Com o fim de 2018 ainda próximo, os acontecimentos que demarcaram o ano que passou continuam presentes na mente da sociedade. Os ataques informáticos estiveram várias vezes na ordem do dia, tornando-se um tema debatido por muitos e ao qual se associa um desassossego após as repercussões sofridas por diversas organizações.

Durante 2019, espera-se que surjam novas ameaças, fazendo com que a cibersegurança, não só individual, mas também empresarial e governamental, se torne cada vez mais necessária. Segundo um estudo da Juniper Research, estima-se que os dados roubados por hackers aumentem 175% nos próximos 5 anos.

Conheça abaixo as principais previsões de cibersegurança para 2019, de acordo com a Global Research and Analysis Team da Kaspersky Lab. Estas previdências vão ajudar as empresas a perceber como enfrentar os maiores perigos de 2019.

As Previsões de Cibersegurança para 2019

  1. Maior dificuldade em fazer tracking das principais ameaças

À medida que os métodos de proteção aumentam e se fortificam, os hackers tentam contorná-los, adaptando os seus recursos e práticas e optando por sair da rede pública, tornando-se mais difícil de seguir o seu rasto. Por causa disto, o ataque ao core da organização torna-se mais proveitoso e fértil.

  1. Roubo de dados provenientes de ataques passados

Os dados provenientes de muitos dos ataques a redes sociais no ano passado, como o Facebook ou o Twitter, encontram-se disponíveis no mercado e qualquer indivíduo pode ter acesso aos mesmos. Este fator é preocupante para muitas empresas que, por exemplo, prometem sigilo e descrição na sua ação com os clientes e também na sua estratégia de atuação interna.

  1. Cumprimento do Regulamento Geral da Proteção de Dados

No ano de 2016, a União Europeia, analisou e melhorou a diretiva que protegia os dados pessoais, adotando o RGPD. Todos os 28 estados pertencentes à UE são obrigados a conceder esta privacidade e sigilo aos seus cidadãos, a entidade que não os cumprir terá uma punição legal.

A adaptação ao novo regulamento não é um processo fácil e, segundo um estudo da Ovum, dois terços das empresas afirmam ter que sofrer uma mudança enorme e com custos associados, para os quais não estão preparadas. Mais de metade das entidades afirmam ter receio de serem multadas por não cumprimento.

Há várias medidas que as empresas devem implementar para assegurar a segurança dos dados pessoais que estão em sua posse e cumprir, assim, o RGPD. Entre elas, destacam-se a importância de realizar backups, pois é necessário que as organizações consigam saber com precisão onde estão os dados pessoais, para que seja possível alterar, eliminar, mover ou atestar se estiveram envolvidos em alguma situação relacionada com ataque informático ou roubo de dados.

  1. Falta de informação sobre as boas práticas para garantir a cibersegurança

Existem cada vez mais ferramentas de hacking ao dispor dos utilizadores e, da mesma maneira que alguns criadores vão desaparecendo, novos invasores vingam no online e deixam a sua marca. Assim, é importante continuar a investir em soluções de proteção, como anti-vírus e de recovery, como o SkySafe, mas também em apostar na divulgação das boas práticas junto dos colaboradores, para que não comprometam a segurança da empresa.

Esta continua a ser uma medida importantíssima, uma vez que a falta de informação sobre segurança no digital, a crença nos sistemas de proteção e recovery para situações emergentes e a negação dos novos perigos do online, continuam a representar uma das maiores causas de ataques informáticos nas empresas.

Como garantir a cibersegurança da minha empresa?

Atualmente, a cibersegurança é uma necessidade indispensável a qualquer organização. A Openlimits dispõe da tecnologia e know-how indicados para garantir a segurança da sua organização. Consulte os nossos programas de cibersegurança e minimize o risco de ataque à sua empresa.

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